Oie, sou a May
Antes da câmera, vem o olhar. E antes do olhar, vem o sentir.
Carrego na pele, nos olhos e na escuta o compromisso de enxergar para além das aparências. Meu trabalho como fotógrafa é sobre reconhecer a beleza que já existe — mesmo quando ela está escondida nos gestos mais simples, nos silêncios, naquilo que quase passa despercebido.
Não estou aqui para criar versões perfeitas. Estou aqui para criar memória viva.
A fotografia entrou na minha vida como um chamado: uma forma de relembrar, de reconectar, de dizer “isso importa” — mesmo quando o mundo parece apressado demais pra notar. Gosto do que é íntimo, do que é real, do que pulsa. Do que faz sentido de verdade pra quem vive.
Mais do que entregar imagens bonitas, eu me importo com o que elas guardam. E é isso que guia cada história que registro: cuidado, escuta e presença.
Se você chegou até aqui, talvez também valorize tudo aquilo que não pode ser dito, mas que a fotografia consegue tocar.
"Não fazemos uma foto apenas com uma câmera; ao ato de fotografar trazemos todos os livros que lemos, os filmes que vimos, a música que ouvimos, as pessoas que amamos."
Ansel Adams
Mayara
A maternidade me atravessou e ressignificou tudo: minha forma de sentir, de cuidar, de trabalhar, de existir no mundo. Caminho com mais presença, mais escuta e mais verdade. Hoje, meu olhar carrega a beleza do que é simples, mas essencial.
A fotografia, pra mim, é memória viva. É um jeito de eternizar o que o tempo não dá conta de guardar: os gestos, os olhares, os vínculos. É legado afetivo, é pausa no tempo. Não fotografo para o agora — fotografo para o que ainda vai ser lembrado.
"Toda história merece ser eternizada com alma."
 
Vamos conversar sobre a sua?"